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12 de junho de 2024 - 14:45h

A Folha Agrícola

Confinamento Expresso proporciona lucratividade na pecuária em períodos de seca

. Disponibilidade de forragem é ponto de atenção

. Área de cocho disponível por animal

. Formulação deve incluir aditivos melhoradores de desempenho

A chegada dos meses de menor intensidade de chuvas representa um desafio crítico para os pecuaristas, impactando diretamente a produtividade e, consequentemente, a lucratividade dos negócios. “A escassez de chuvas ou mesmo estiagem prolongada reduzem a disponibilidade de pastagens, comprometendo a nutrição do rebanho e aumentando os custos de produção. Diante desse cenário, é essencial o planejamento antecipado para enfrentar os desafios da seca. (garantindo o bem-estar dos animais e a manutenção da rentabilidade na pecuária.) Para aquelas propriedades que tenham animais em fase de engorda, uma estratégia que pode ser utilizada é o confinamento expresso, que pode ser aplicada tanto para pequenos quanto para as grandes propriedades”, explica João Paulo Costa, consultor técnico da Trouw Nutrition.

O Confinamento Expresso®, desenvolvido pela Bellman | Trouw Nutrition, proporciona bom ganho de peso dos animais sem a necessidade de utilização de alguns recursos dos confinamentos convencionais. “O sistema envolve o fornecimento de alto teor de concentrado para animais alimentados a pasto, resultando em carcaças pesadas sem a necessidade de grandes investimentos em infraestrutura para engorda. Além disso, é uma técnica acessível a todos os pecuaristas, desde que seja somada às outras condições para a terminação eficiente, como boa genética, condição corporal adequada e controle sanitário eficaz”, detalha o consultor técnico.

Antes de implementar o Confinamento Expresso®, é importante considerar três pontos-chave para maior eficácia do sistema. “A oferta de forragem deve ser farta, não limitando o consumo dos animais. Recomenda-se oferta em torno de 200 quilos de matéria seca por cabeça ao longo dos 90 dias da estratégia. O capim serve como fonte de fibra, não sendo necessária qualidade tão elevada – o que é viável tanto no período das águas quanto das secas. Em seguida,  se deve ajustar a disponibilidade de cocho para os animais, que deve ser de 40 a 60 centímetros por animal, para garantir acesso à comida sem gerar competição”, recomenda João Paulo.

O especialista da Trouw Nutrition destaca que a formulação da ração deve atender às necessidades dos animais em energia, proteína, minerais e vitaminas. “Também é importante incluir aditivos nutricionais na formulação, tais como os promotores de crescimento: monensina – que auxilia a modulação ruminal e a melhoria da eficiência alimentar – e os tamponantes – que garantem a segurança da dieta, especialmente quando o volumoso, o pasto, é consumido separadamente da ração. Todas essas características estão disponíveis nas soluções da Trouw Nutrition”, ressalta.

O objetivo da Trouw Nutrition é oferecer alternativas para que todos os pecuaristas possam alcançar a eficiência produtiva com menos recursos, seja durante a seca ou no período das águas e, para isso, os produtores podem contar com o amplo portfólio da companhia.

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